MÍDIA
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Durante uma visita à Caxemira, Silvia Furmanovich foi conheceu o refinado artesanato do papier mâché, uma técnica tradicional profundamente ligada à herança artística da região.
Essa técnica centenária consiste em criar camadas de papel que formam superfícies ricamente texturizadas que são pintadas à mão com motivos elaborados. Silvia Furmanovich encantou-se com a beleza desse processo, no qual materiais simples são transformados em obras decorativas altamente detalhadas.
Ameaçado pela produção em massa de bens industrializados, o autêntico artesanato em papier mâché da Caxemira ainda é preservado graças à dedicação de artesãos locais que transmitem a técnica de geração em geração. Suas peças emblemáticas permanecem como um testemunho de precisão, paciência e profundo domínio da forma e da cor.
Silvia Furmanovich’s Scrapbook
No século XIII, o poeta e estudioso indo-persa Amir Khusrau descreveu a Caxemira como um “paraíso na Terra”, em referência à sua deslumbrante beleza natural. Foi também nessa época que os primeiros artesãos persas se estabeleceram nesse vale exuberante, enriquecendo-o com suas artes e ofícios singulares. Em 1840, um descendente empreendedor desses primeiros mestres fundou uma loja dedicada aos mais finos móveis, joias e objetos em papier mâché — dando início a uma tradição
Silvia Furmanovich’s Scrapbook
Trabalhando em colaboração com os mais renomados artesãos de papier mâché da Caxemira, Furmanovich desenvolveu um processo para adaptar esse ofício tradicional às exigências da alta joalheria — preservando sua delicada beleza e enriquecendo-a com materiais e montagens preciosas.